quarta-feira, 4 de agosto de 2010

O EDUCADOR FRENTE AS NOVAS TECNOLOGIAS

Os recursos tecnológicos são mutáveis e é o sujeito quem decide o que fazer com esses recursos. A nova tecnologia não é um fator isolado. Ela está presente nas transformações da vida, no meio sócio-político e cultural, no mercado de trabalho, nos relacionamentos, nos ideais, esperanças e sonhos. Cabe ao educador fazer escolhas coerentes com relação ao lugar apropriado e metodologia de aplicação da tecnologia. Essas escolhas são fundamentais para que a sociedade possa conquistar, gradativamente, domínio das ferramentas oferecidas pela informática, tendo a sensibilidade ética e social de que as nossas instituições de ensino formam a maioria dos "futuros cidadãos" deste país.

As tecnologias estão aqui, no tempo presente, e não vão embora. Nossa tarefa como educadores é assegurar que, ao entrar na sala de aula, ela esteja lá por razões políticas, econômicas e educacionalmente criteriosas. Devemos estar conscientes, de que o futuro que a tecnologia promete para nossos estudantes é real, não fictício.

É necessária a reflexão. Cada vez mais, é sentida a necessidade de se promover uma discussão mais ampla; uma formação acelerada de especialistas; um conhecimento maior sobre essa realidade do computador que está aí e, certamente, veio para ficar; uma delimitação de efeitos positivos e negativos do uso desse recurso na escola através de estudos e pesquisas.

Existem muitos paradigmas emergentes a serem superados no processo de informatização da escola. O sujeito é compreendido em função de seu constante processo de construção, transformando-se a partir de suas ações sobre o mundo, havendo intercâmbio com o meio, mediante processos interativos, onde sujeito e objeto são organismos vivos, ativos e abertos. O ser que se constrói a partir das relações com o mundo físico e social dá a dimensão sócio-cultural. À medida que constrói a consciência da estreita comunhão do homem com a totalidade tecnológica, compreendendo-se como parte integrante do universo, o sujeito projeta-se como transcendente e co-responsável para construção da realidade futura.

Cabe ao professor assumir o papel de protagonista da sua própria formação enfrentando novos desafios, buscando refletir sobre sua própria prática para superar os obstáculos e aperfeiçoar o processo de ensino – aprendizagem.

Vanessa dos Santos Nogueira
Pedagoga
Colunista - Brasil Escola.com

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